For those evaluating Europe as a residency-by-investment destination, 2025 was a year of major transformations. Malta closed the only European program offering direct citizenship by investment. Spain abolished its Golden Visa. Cyprus removed the last vestiges of an informal citizenship route. The market contracted — and the programs that remained active gained added relevance.
In 2026, the comparison is simpler: there are fewer options, existing programs have distinct characteristics, and the right choice depends heavily on what each investor is looking for — mobility, cost, real estate, citizenship, or a combination of several factors.
Portugal — Schengen, flexibility, funds
The Portuguese Golden Visa is, in 2026, the most sought-after European residency-by-investment program among non-EU investors. Its strengths are the combination of immediate Schengen access, minimal stay requirement (7 days/year), family inclusion, and a structured path to European citizenship. The minimum €500,000 investment in CMVM funds excludes real estate — a limitation for investors who prefer tangible assets, but represents greater regulatory stability for the program. The naturalization timeline (7 years for CPLP, 10 years for other nationalities) was extended in May 2026, but Portugal remains competitive against available alternatives.
Greece — Real estate, differentiated thresholds
Greece maintains real estate as the main route of its Golden Visa, with a differentiated threshold system: €800,000 in the most sought-after areas (Athens, Thessaloniki, Mykonos, Santorini, and islands with more than 3,100 inhabitants), €400,000 in other regions, and €250,000 for certain types of renovation properties. The Greek Golden Visa grants 5-year renewable residency with no stay obligation. Greece is a Schengen member, but Golden Visa holders only have the standard 90-days-in-180 visit rights in other Schengen countries — not the unrestricted freedom of movement of EU citizens. Citizenship is available after 7 years of effective residency.
Cyprus — Permanent residency, no Schengen
The Cypriot Golden Visa (permanent residency, not citizenship) has a lower entry threshold (€300,000) but requires a minimum annual income of €50,000 from a foreign source. Residency is permanent from the outset — an administrative advantage — but Cyprus is not part of the Schengen area, which limits holders' European mobility. It is a relevant option for those who value Cypriot real estate investment and do not have Schengen as a priority.
Malta — Residency only, no direct citizenship
Following the closure of the citizenship program, Malta offers the MPRP (Malta Permanent Residency Programme) with a minimum investment of €150,000. It grants permanent residency in Malta, without access to direct citizenship by investment. Malta is part of the Schengen area. For those seeking only European residency at a low entry threshold, the MPRP is one of the most accessible options available — but without the citizenship path that the previous program offered.
Italy — Investor visa and other mechanisms
Italy does not have a Golden Visa in the classical sense, but has the Investor Visa for Italy, requiring investments from €250,000 in Italian startups or €500,000 in established companies. It is a less sought-after but active program. Italy is a Schengen member and has a path to citizenship after 10 years of legal residency (with exceptions for citizens of Italian-speaking countries).
How to choose: the right questions
Choosing the most appropriate program depends on honestly answering some fundamental questions:
Is Schengen a priority? If so, Portugal or Greece are the strongest options. Cyprus does not offer Schengen.
Do you want real estate investment? Portugal does not accept real estate. Greece and Cyprus do.
What is the citizenship horizon? Portugal offers 7 years (CPLP) or 10 years. Greece and Cyprus require effective residency, meaning actually living in the country.
What is the investment capacity? Malta (MPRP) starts from €150,000; Cyprus from €300,000; Greece from €250,000 to €800,000; Portugal from €500,000.
Do you want to include family? All active programs allow spouse and children; Portugal is more flexible for including parents.
Comparing programs across multiple countries?
Each program has trade-offs that look different depending on your nationality, investment capacity, and mobility goals. Our team can help you map the best option for your situation.
Para quem avalia a Europa como destino de residência por investimento, 2025 foi um ano de grandes transformações. Malta encerrou o único programa europeu de cidadania directa por investimento. Espanha aboliu o seu Golden Visa. O Chipre removeu os últimos resquícios de uma via informal para a cidadania. O mercado contraiu-se — e os programas que permaneceram activos ganharam relevância acrescida.
Em 2026, a comparação é mais simples: há menos opções, os programas existentes têm características distintas, e a escolha certa depende muito do que cada investidor procura — mobilidade, custo, imobiliário, cidadania, ou uma combinação de vários factores.
Portugal — Schengen, flexibilidade, fundos
O Golden Visa português é, em 2026, o programa europeu de residência por investimento mais procurado por investidores não-comunitários. Os seus pontos fortes são a combinação de acesso imediato ao Schengen, requisito de permanência mínima (7 dias/ano), inclusão de família e um caminho estruturado para a cidadania europeia. O investimento mínimo de 500.000 euros em fundos CMVM não inclui imobiliário — o que é uma limitação para investidores que preferem activos tangíveis, mas representa uma maior estabilidade regulatória do programa. O prazo de naturalização (7 anos para CPLP, 10 anos para outras nacionalidades) foi alargado em maio de 2026, mas Portugal permanece competitivo face às alternativas disponíveis.
Grécia — Imobiliário, limiares diferenciados
A Grécia mantém o imobiliário como via principal do seu Golden Visa, com um sistema de limiares diferenciados: 800.000 euros nas zonas mais procuradas (Atenas, Thessalónica, Mykonos, Santorini e ilhas com mais de 3.100 habitantes), 400.000 euros nas restantes regiões, e 250.000 euros para determinados tipos de imóveis em reabilitação. O Golden Visa grego concede residência de 5 anos renovável sem obrigação de permanência. A Grécia é membro do espaço Schengen, mas titulares do Golden Visa têm apenas o direito de visita de 90 dias em 180 nos outros países — não livre circulação irrestrita como cidadãos europeus. A cidadania está disponível após 7 anos de residência efectiva.
Chipre — Residência permanente, sem Schengen
O Golden Visa cipriota (residência permanente, não cidadania) tem um limiar de entrada mais baixo (300.000 euros) mas exige um rendimento anual mínimo de 50.000 euros de fonte estrangeira. A residência é permanente de imediato — uma vantagem administrativa — mas o Chipre não faz parte do espaço Schengen, o que limita a mobilidade europeia dos titulares. É uma opção relevante para quem valoriza o investimento imobiliário cipriota e não tem o Schengen como prioridade.
Malta — Apenas residência, sem cidadania directa
Após o encerramento do programa de cidadania, Malta oferece o MPRP (Malta Permanent Residency Programme) com investimento mínimo de 150.000 euros. Concede residência permanente em Malta, sem acesso à cidadania directa por investimento. Malta faz parte do espaço Schengen. Para quem procura apenas residência europeia com um limiar de entrada baixo, o MPRP é uma das opções mais acessíveis disponíveis — mas sem a via para a cidadania que o programa anterior oferecia.
Itália — D7 equivalente e outros mecanismos
A Itália não tem um Golden Visa no sentido clássico, mas tem o visto para investidores (Investor Visa for Italy), que exige investimentos a partir de 250.000 euros em startups italianas ou 500.000 euros em empresas estabelecidas. É um programa menos procurado mas activo. A Itália é membro Schengen e tem um caminho para a cidadania após 10 anos de residência legal (com excepções para cidadãos de países de língua italiana).
Como escolher: as perguntas certas
A escolha do programa mais adequado depende de dar resposta honesta a algumas perguntas fundamentais:
O Schengen é uma prioridade? Se sim, Portugal ou Grécia são as opções mais fortes. Chipre não oferece Schengen.
Quer investimento imobiliário? Portugal não aceita imobiliário. Grécia e Chipre aceitam.
Qual o horizonte para a cidadania? Portugal oferece 7 anos (CPLP) ou 10 anos. Grécia e Chipre exigem residência efectiva, o que implica realmente viver no país.
Qual a capacidade de investimento? Malta (MPRP) parte de 150.000€; Chipre de 300.000€; Grécia de 250.000€ a 800.000€; Portugal de 500.000€.
Quer incluir a família? Todos os programas activos permitem cônjuge e filhos; Portugal é mais flexível na inclusão de pais.
A comparar programas em vários países?
Cada programa tem compromissos que parecem diferentes consoante a sua nacionalidade, capacidade de investimento e objectivos de mobilidade. A nossa equipa pode ajudá-lo a definir a melhor opção para a sua situação.