One of the most frequent questions from those planning a move to Portugal is whether they can bring their parents. The short answer is: yes, it is possible — but the requirements and process differ depending on the type of residence permit the child holds and the specific situation of the parents.
There are essentially two possible paths: direct inclusion of the parents in the child's residency process (when the program allows), or a family reunification application after the child already has their residence permit.
Golden Visa: including parents in the initial process
The Golden Visa is one of the most flexible programs regarding the inclusion of ascendants. It is possible to include the parents of the main applicant and/or the parents of the spouse in the same Golden Visa application, provided they are dependants of the main applicant. "Dependant" does not necessarily mean that the parents have no income of their own — it means they are financially supported by the holder, which can be demonstrated in various ways.
Direct inclusion has an important practical advantage: it avoids a separate family reunification process, which involves an additional visa and another passage through AIMA. Instead, the parents obtain their residence permit at the same time as the holder, significantly simplifying planning.
Important condition: including parents in the Golden Visa requires that they be effectively dependent on the holder. This dependency must be demonstrated with appropriate documentation. What exactly constitutes "dependency" can be interpreted differently case by case — so it is worth clarifying this with a lawyer before submitting the application.
D7: parents can be included in the same application
Under the general rules of Portuguese immigration law, parents can be included as dependants in a D7 visa application — following the same general rule that applies to the Golden Visa. This means parents do not need to wait for the child to obtain their residence permit first: they can be included in the original visa request, applying together at the Portuguese consulate.
To include parents in the D7 application, the main applicant must demonstrate that:
They have adequate housing to accommodate the parents
They have sufficient income to support everyone (which includes additions for each included ascendant)
The parents are financially dependent on them (for parents under 65 — see below)
The parents apply for the family visa at the Portuguese consulate in their country of residence alongside the main applicant's process, and then submit the residency permit application to AIMA upon arriving in Portugal.
What "being a dependant" means — and the age-65 rule
The dependency requirement works differently depending on the parents' age:
Parents aged 65 or over: dependency does not need to be formally demonstrated. Reaching the age of 65 is sufficient to be considered a dependant for the purposes of family inclusion under Portuguese immigration law.
Parents under 65: financial dependency on the child must be demonstrated. In practice, AIMA and Portuguese consulates analyse whether the parents depend on the child for their subsistence — which can be shown through:
Regular bank transfers from the child to the parents
A declaration from the child that they support the parents' expenses
Absence of sufficient income of the parents' own for their subsistence
In some cases, documentation demonstrating a caregiving relationship or prior cohabitation
Parents under 65 who have pensions or income of their own are not automatically excluded — but the application must demonstrate that they are nonetheless dependent on the child to supplement their subsistence.
Additional timelines and costs
Including parents — whether directly in the Golden Visa process or through family reunification — involves additional costs: AIMA fees for each additional member, and, in the case of family reunification, the visa and residency permit application costs for each parent. Timelines are the same as the main process for direct inclusion, and similar to those of family reunification (D7/D8) when the process is separate.
It pays to plan ahead
Including parents is something worth planning from the start of the process, not as a decision to be made afterwards. In the case of the Golden Visa, because direct inclusion is simpler than subsequent reunification. In the case of the D7, because the child's income requirement increases with each additional family member — and it is important to verify that the available income covers that need before proceeding.
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Whether through direct inclusion or family reunification, the right path depends on your visa type and your parents' situation. Our team can help you map the best route.
Uma das perguntas mais frequentes de quem está a planear a mudança para Portugal é se pode trazer os pais. A resposta curta é: sim, é possível — mas os requisitos e o processo diferem consoante o tipo de autorização de residência do filho e a situação concreta dos pais.
Há essencialmente dois caminhos possíveis: a inclusão direta dos pais no processo de residência do filho (quando o programa permite), ou o pedido de reagrupamento familiar após o filho já ter a sua autorização de residência.
Golden Visa: inclusão dos pais no processo inicial
O Golden Visa é um dos programas mais flexíveis no que diz respeito à inclusão de ascendentes. É possível incluir os pais do titular e/ou os pais do cônjuge no mesmo pedido de Golden Visa, desde que sejam dependentes do requerente principal. "Dependente" não significa necessariamente que os pais não tenham rendimentos próprios — significa que estão a cargo do titular, o que pode ser demonstrado de várias formas.
A inclusão direta tem uma vantagem prática importante: evita o processo de reagrupamento familiar separado, que implica um visto adicional e mais uma passagem pela AIMA. Em vez disso, os pais obtêm a autorização de residência ao mesmo tempo que o titular, o que simplifica significativamente o planeamento.
Condição importante: a inclusão dos pais no Golden Visa exige que estes sejam efectivamente dependentes do titular. Esta dependência tem de ser demonstrada com documentação adequada. O que exactamente constitui "dependência" pode ser interpretado de forma diferente caso a caso — pelo que vale a pena clarificar esta questão com um advogado antes de submeter o pedido.
D7: os pais podem ser incluídos no mesmo pedido
Ao abrigo da regra geral da lei de imigração portuguesa, os pais podem ser incluídos como dependentes num pedido de visto D7 — seguindo a mesma regra geral que se aplica ao Golden Visa. Isto significa que os pais não precisam de aguardar que o filho obtenha primeiro a sua autorização de residência: podem ser incluídos no pedido de visto original, candidatando-se em conjunto no consulado português.
Para incluir os pais no pedido D7, o requerente principal tem de demonstrar que:
Tem habitação adequada para acolher os pais
Tem rendimentos suficientes para sustento de todos (o que inclui os acréscimos por cada ascendente incluído)
Os pais estão financeiramente a seu cargo (para pais com menos de 65 anos — ver abaixo)
Os pais submetem o pedido de visto familiar no consulado português do seu país de residência em paralelo com o processo do requerente principal, e depois submetem o pedido de autorização de residência à AIMA após chegarem a Portugal.
O que significa "estar a cargo" — e a regra dos 65 anos
O requisito de dependência funciona de forma diferente consoante a idade dos pais:
Pais com 65 anos ou mais: a dependência não precisa de ser demonstrada formalmente. Ter 65 anos ou mais é suficiente para ser considerado dependente para efeitos de inclusão familiar ao abrigo da lei de imigração portuguesa.
Pais com menos de 65 anos: a dependência financeira relativamente ao filho tem de ser demonstrada. Na prática, a AIMA e os consulados portugueses analisam se os pais dependem do filho para a sua subsistência — o que pode ser provado por:
Transferências bancárias regulares do filho para os pais
Declaração do filho de que suporta as despesas dos pais
Ausência de rendimentos próprios suficientes dos pais para a sua subsistência
Em alguns casos, documentação que demonstre o vínculo de cuidados ou de coabitação anterior
Pais com menos de 65 anos que tenham pensões ou rendimentos próprios não estão automaticamente excluídos — mas o dossier tem de demonstrar que mesmo assim dependem do filho para complementar o seu sustento.
Prazos e custos adicionais
Incluir os pais — seja diretamente no processo de Golden Visa ou por reagrupamento familiar — implica custos adicionais: taxas da AIMA por cada membro adicional, e, no caso do reagrupamento familiar, os custos do visto e do processo de candidatura à autorização de residência para cada pai. Os prazos são os mesmos do processo principal para inclusão direta, e semelhantes aos do reagrupamento familiar (D7/D8) quando o processo é separado.
Vale a pena planear com antecedência
A inclusão dos pais é um aspecto que merece ser planeado desde o início do processo, e não como uma decisão a tomar depois. No caso do Golden Visa, porque a inclusão directa é mais simples do que o reagrupamento posterior. No caso do D7, porque o requisito de rendimentos do filho aumenta com cada membro familiar adicional — e é importante verificar se os rendimentos disponíveis cobrem essa necessidade antes de avançar.
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